Em 1929 o Estado, por julgá-lo pequeno, devolveu à Intedência de Julio de Castilhos um terreno (onde hoje está a prefeitura) que fora doado para a construção do Colégio Elementar. Pois o Estado exigia outro com área mínima de um hectare.
O prefeito Aristides de Moraes Gomes, então Intendente, iniciava sua primeira administração com a preocupação de desenvolver a educação na vila e adquiriu, em 24 de outubro de 1929, outro terreno de 10.000mª cumprindo aquela exigência.
A compra foi feita de uma área pertencente a Sociedade de Animação à Intituição, entidade criada em 1921, fundada pela população que adquirira quotas de 100 mil réis em benefício da educação.
A outra área pertencia a Raphael De Mello Fº, e foi pago, por ambas, a quantia de 23:300$000 ( vinte e três contos e trezentos mil réis, na moeda da época).
Em 1930 ainda não tinha sido iniciada a construção do "Colégio Elementar" e afirmava o Intendente Aristides que o emite Dr. Géturlio Vargas ao passar pela estação da vila como chefe supremo da Revolução Brasileira em marcha para a fronteira São Paulo, quis saber o que ocorria sobre o Colégio. Diante da resposta de que a construção não fora iniciada pelo Estado, ele afirmou de que em sua volta a importante obre sairia.
No entanto, o início da construção do prédio próprio do Colégio Elementar só teria ocorrido em 1934 e, provavelmente, inaugurado nesse ano. A construção foi determinada pelo Secretário do interior do estado, Dr. João Carlos Machado, que foi homenageado com seu nome na rua aberta em 6 de agosto deste ano, Rua João Carlos Machado, em frente ao Colégio, ligando a Antônio Carbone a Av. Fernando Abbott.
No início de 1935, o Colégio Elementar já estava em ''edifício novo'' e era seu primeiro diretor era o Prof. Antero Saldanha.
Na época o prédio, construído pelo Estado, tinha no andar interior quatro salas de aula, a Secretária e a Cozinha com um quarto e sala. A Secretária fica depois do vestíbulo, no fundo, tendo em ambos os lados sete sanitários: três a esquerda, para meninas e quatro a direita para os meninos. Ocupando toda a parte a direita do prédio, com 17,10 m de comprimento, havia um espaço de cerca de 100m2 para um Auditório. (Hoje funciona nesse espaço a Secretária e a Sala dos Professores).
No andar superior tem sete salas de aula, a sala da Biblioteca e acima da Secretária uma sala de gabinete Dentário. Em ambos os lados, mais sete sanitários.
Todo o piso foi feito em granitina de duas cores, tendo no vestíbulo de entrada o piso decorado com um bonito desenho.
A bela fachada anterior tem o estilo neoclássico; com duas colunas na entrada.
O colégio Elementar foi a primeira escola a ter atendimento odontológico. Função ocupado pelo Dr. João Salles Bevilacqua de 1951 a 1982.
A escola teve, ao longo dos anos, várias denominações.
Em 15 de janeiro de 1926, o antigo Grupo Escolar Protásio Alves foi elevado a categoria de Colégio Elementar. Foi com esse nome que o prédio foi inaugurado.
Mais tarde o Colégio Elementar passou se a chamar Grupo Escolar da Sede e, em 3 de janeiro de 1958 a Grupo Escolar Senador Alberto Pasqualini.
Em 13 de Agosto de 1969 foi reclassificado e passou a chamar-se Escola Estadual De Ensino Fundamental Senador Alberto Pasqualini.
Em 29 de dezembro de 1985 a escola muda de denominação para Escola Estadual de 1º Grau Incompleto Senador Alberto Pasqualini. Em 8-12-2000 começou a chamar-se Escola Estadual De Ensino Fundamental Senador Alberto Pasqualini, denominação que conserva até hoje.
Atualmente, a equipe diretiva da escola é formada pela Diretora- Profª Marlene Dalcin Lago Turra, Vice Diretora do turno da manhã - Profª Marisa Laureano Feijó, Vice Diretora do turno da tarde- Profª Suzana Oliveira, Coordenadoras Pedagógicas Profª Cléria Jucéli Montanher e Profª Dulce Maria Rubin e Orientadoras Educacionais Profª Cléria Jucéli Montanher e profª Jocelaine A. da Rosa Leal.
A escola conta com 26 professores e 7 funcionários para atender um público de 378 alunos, distribuídos de 1º ano à 8ª série, nos turnos manhã e tarde.
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